I like my money right where I can see it: hanging on my wardrobe.
Carry Bradshaw in Sex and the City
Love ain't the answer nor is work, The truth elludes me so much it hurts, But I'm still having fun and I guess that's the key, I'm a twentysomething and I'll keep being me (Jamie Cullum)
Tenho a dizer que este foi o pior ano que já vi no que toca aos vestidos das senhoras. Foi de mal a pior. Mais do que os cortes, foram as cores. Mal escolhidas, a destoar dos tons de pele. Nem as eternas bem-vestidas se safaram. Esta senhora, que até costuma estar bem, parece... não sei... aquilo parece um tapete de pelúcia... muito mal, Penélope, muito mal, a pior de todas.
Acabou-se o Hannukah, acabaram os sufganyot. A aproximação do Purim traz outras perdições, as orelhas de Haman, Oznei Haman (אוזני המן para os que sabem ler hebraico, que eu há muito que desisti). Também podem ser chamados Hamantasch, o chapéu de Haman, ou os bolsos. Eu prefiro as orelhas. Acompanhadas por um café.
Mark Simpson, o jornalista que inventou a metrossexualidade, descobriu um novo conceito estético - Sporno - que descreve como pornografia homossexual inspirada no desporto. O Sporno nasceu da combinação do mundo do desporto com o mundo da publicidade. Os novos modelos são desportistas conscientes do potencial que têm no mundo gay e dispostos a venderem o corpo como objecto sexual. Simpson diz que "Sportsmen on this side of the Atlantic are increasingly openly acknowledging and flirting with their gay fans". Os grandes spornos são David Beckman e Fredrik Ljungberg (que Simpson descreve como "the man who actually looks the way Beckham thinks he looks", descrição maravilhosa porque eu sempre achei o Beckman irritante), mas também a selecção italiana de futebol (na publicidade D&G dentro do balneário) e selecção francesa de rugby (que fez um calendário deveras sugestivo).(quem não tiver paciência para a conversa inicial, avance até minuto 4:20)